Faltam 11 dias

Fato

2º turno em 25 de outubro de 2026

Disputam os dois mais votados no 1º turno. Vence quem tiver a maioria dos votos válidos — brancos e nulos não entram na conta.

Fontes (1)
Comparar as propostas →

Resultado do 1º turno · 4 de outubro de 2026

  • Flávio Bolsonaro (PL)56.104.503 votos
    47,03%
  • Lula (PT)53.879.538 votos
    45,16%

50% dos votos válidos: quem passasse dessa marca venceria já no 1º turno.

Diferença
1,87 pontos · 2.224.965 votos
Demais candidatos
7,81% dos válidos, somados

Diferença e soma dos demais: cálculo do site a partir dos números acima. Números oficiais da totalização do TSE (05/10/2026).

Fontes (1)

Quem são os candidatos

Trajetória e plano de governo de cada um, antes de comparar as propostas.

Fato

Lula

PT · vice: Geraldo Alckmin (PSB)

Presidente em três mandatos (2003–2006, 2007–2010 e 2023–2026). Há histórico próprio de governo, que pode ser comparado com os indicadores oficiais em “O que os dados mostram”, mais abaixo.

Nascimento
06/10/1945 (81 anos no dia do 2º turno)
Cargos eletivos
Deputado federal constituinte por São Paulo (1987–1991) e presidente da República (2003–2010 e desde 2023)
Experiência no Executivo
12 anos como presidente ao fim do mandato atual

“Diretrizes para o Programa de Transformação do Brasil”. Plano de 84 páginas registrado no TSE, organizado em 13 diretrizes.

Fontes (3)
Fato

Flávio Bolsonaro

PL · vice: Alfredo Gaspar

Senador pelo Rio de Janeiro desde 2019. Nunca ocupou cargo no Executivo: não há histórico próprio de governo para comparar. O governo de seu pai, Jair Bolsonaro (2019–2022), é referência do grupo político, não um resultado dele.

Nascimento
30/04/1981 (45 anos no dia do 2º turno)
Cargos eletivos
Deputado estadual no Rio de Janeiro (2003–2019) e senador pelo Rio de Janeiro desde 2019
Experiência no Executivo
Nenhuma: nunca foi prefeito, governador ou presidente

“Para o Brasil vencer o atraso”. Plano de 76 páginas registrado no TSE, organizado em nove eixos, de “Brasil sem Medo” a “Brasil que Não Volta Atrás”. O de custo de vida se chama “Brasil Mais Barato”.

Fontes (3)

Parte 1 de 4 Ponto de partida

Como estamos hoje

Quatro números oficiais para situar a conversa.

Fato

Inflação em 12 meses

4,58%

IPCA até set/2026 · acima do teto da meta (4,5%)

Fontes (1)
Fato

Juros básicos (Selic)

13,75%

ao ano · decisão do Copom de 16/09/2026

Fontes (2)
Fato

Desemprego

5,3%

trimestre até ago/2026

Fontes (2)
Fato

Rendimento médio real

R$ 3.777

por mês · trimestre até ago/2026

Fontes (2)

Análise Os números ajudam a entender a sensação de aperto: o emprego está alto, mas os juros de 13,75% ao ano encarecem cartão, financiamento e aluguel, e a inflação acumulada dos últimos anos não foi devolvida — os preços não voltaram, só passaram a subir mais devagar.

Parte 2 de 4 As propostas

Compare por assunto

Escolha um tema. As duas colunas respondem às mesmas perguntas.

🛒 Custo de vida e impostos Por que tudo está caro, e o que cada um diz que fará a respeito?

Candidato à Presidência

Lula

PT · vice: Geraldo Alckmin (PSB)

Plano: “Diretrizes para o Programa de Transformação do Brasil”

Retrato oficial de Lula
Foto oficial: Ricardo Stuckert/PR (CC BY 2.0)

O que propõe

Candidato à Presidência

Flávio Bolsonaro

PL · vice: Alfredo Gaspar

Plano: “Para o Brasil vencer o atraso”

Retrato oficial de Flávio Bolsonaro
Foto oficial: Agência Senado (uso com atribuição)

O que propõe

E na vida das pessoas? 🛒 Custo de vida e impostos

Análise O que vem abaixo é interpretação do site sobre efeitos possíveis — não é fato nem previsão.

Se a proposta de Lula for adiante

Como funcionaria: Salário mínimo com ganho real e mais crédito para quem produz comida da cesta básica buscam proteger o poder de compra de quem ganha menos.

O que pode melhorar
  • Aumento real do mínimo eleva a renda de trabalhadores, aposentados e beneficiários do BPC.
  • Mais crédito para a agricultura familiar pode aumentar a oferta de alimentos da cesta básica e segurar os preços.
O que pode dar errado
  • O mínimo indexa a Previdência e benefícios: cada aumento real eleva a despesa obrigatória e pressiona as contas públicas e os juros.
  • Renda maior sem aumento de oferta pode alimentar a inflação de serviços.
  • O crédito subsidiado do Plano Safra tem custo para o Tesouro.

Se a proposta de Flávio Bolsonaro for adiante

Como funcionaria: Menos imposto sobre consumo e energia reduz o preço final, se o corte for repassado pelas empresas ao consumidor.

O que pode melhorar
  • Alívio direto em itens que pesam no orçamento: luz, combustível e compras do mês.
  • Menos imposto cumulativo tende a baratear a produção.
O que pode dar errado
  • Sem corte de gasto equivalente, a arrecadação menor aumenta o déficit, o que pressiona juros e dólar — e isso devolve inflação.
  • O repasse ao preço final não é garantido; parte pode virar margem das empresas.
  • Mudar a reforma tributária exige emenda constitucional (3/5 do Congresso).

O que acompanhar para saber se funcionou

  • IPCA acumulado em 12 meses (IBGE)
  • Preço da cesta básica e da tarifa de energia
  • Taxa Selic (Banco Central)
  • Resultado primário e dívida bruta do governo
Ficou com dúvida? Pergunte a uma IA sobre custo de vida e impostos →

Parte 3 de 4 O Congresso

Quem decide de verdade

Presidente propõe; Congresso aprova, muda ou barra. A Câmara e o Senado já foram eleitos: o que muda é quem chega ao Planalto.

1 Como ficaria o governo de Lula

Análise

Se Lula vencer

Governo dividido. A coligação de Lula soma 124 deputados e 15 senadores: precisaria de mais 133 deputados e 26 senadores só para a maioria absoluta. Um veto presidencial pode ser derrubado pelo bloco adversário.

Pontos positivos da combinação

  • Mais freios: nada passa sem negociação, o que barra medidas extremas e obriga a moderar propostas.
  • Congresso de oposição fiscaliza mais (CPIs, convocações, sabatinas mais duras).
  • Mudanças constitucionais só saem com acordo amplo.

Pontos negativos da combinação

  • Risco alto de paralisia: propostas como o fim da escala 6x1 dificilmente avançam.
  • O Congresso pode impor a própria pauta e derrubar vetos; o presidente governa reagindo.
  • Cada votação vira negociação por emendas e cargos, o que encarece a governabilidade, e o risco de crise institucional (inclusive pedidos de impeachment) aumenta.

Os blocos seguem a coligação de Lula registrada no TSE, “Brasil Pronto pra Mais” (PT, PCdoB, PV, PSB, PDT, PSOL e Rede), e os partidos que declararam apoio a Flávio no 2º turno (PL, União, PP, Republicanos, Podemos e Novo), segundo a imprensa. Apoio eleitoral não é voto garantido: partidos de centro costumam negociar com quem vencer, projeto a projeto.

Fontes (3)

2 O Congresso que Lula encontraria

Fato

Câmara dos Deputados 513 cadeiras · cenário: Lula eleito

257
308
  • Base nominal de Lula: 124PT–PCdoB–PV 88 · PSB 15 · PSOL–Rede 15 · PDT 6
  • Sem lado declarado: 102PSD 42 · MDB 36 · PSDB–Cidadania 11 · PRD–Solidariedade 7 · Avante 5 · Missão 1
  • Oposição nominal: 279PL 118 · União–PP 85 · Republicanos 41 · Podemos 25 · Novo 10
  • Ainda indefinidas: 8candidaturas sub judice
  • 257 = Maioria absoluta — leis complementares e derrubada de veto
  • 308 = 3/5 — emenda à Constituição (PEC)

Números oficiais do TSE. 8 vagas ainda não têm eleito definido porque dependem de candidaturas sub judice (sob julgamento); podem mudar até a diplomação.

Fontes (1)
Fato

Senado Federal 81 cadeiras · cenário: Lula eleito

41
49
54
  • Base nominal de Lula: 15PT 9 · PSB 4 · Rede 1 · PDT 1
  • Sem lado declarado: 16MDB 8 · PSD 5 · PSDB 2 · Sem partido 1
  • Oposição nominal: 50PL 28 · Republicanos 6 · PP 6 · União 5 · Novo 3 · Podemos 2
  • 41 = Maioria absoluta — aprovar indicados ao STF e derrubar veto
  • 49 = 3/5 — emenda à Constituição (PEC)
  • 54 = 2/3 — condenar em processo de impeachment

Soma dos 54 eleitos em 2026 (conferidos no TSE: PL 19, MDB 7, PT 6, PP, PSB, União e Novo 3 cada, Republicanos, PSDB, PSD e Podemos 2 cada, Rede e PDT 1 cada) com os 27 que seguem no mandato, segundo a imprensa. Suplentes e trocas de partido podem alterar os totais.

Fontes (3)

Parte 4 de 4 A série histórica

O que os dados mostram

Séries oficiais do IBGE e do Banco Central, ano a ano. Os governos aparecem só como legenda de período: o gráfico não atribui culpa nem mérito.

Fato

Inflação (IPCA) % no ano

Quanto os preços subiram, em média, ao longo de cada ano. É a medida oficial de inflação do país.Dado mais recente (12 meses até set/2026): 4,58%.

9,3
03
7,6
04
5,69
05
3,14
06
4,46
07
5,9
08
4,31
09
5,91
10

Lula

6,5
11
5,84
12
5,91
13
6,41
14
10,67
15

Dilma

6,29
16

Dilma/Temer

2,95
17
3,75
18

Temer

4,31
19
4,52
20
10,06
21
5,79
22

Bolsonaro

4,62
23
4,83
24
4,26
25

Lula

O que este dado não permite concluir

  • Uma inflação alta num mandato não prova que o presidente causou toda a alta: 2021 teve o choque global da pandemia; 2015, o reajuste represado de tarifas.
  • Também não isenta o governo: política de gastos, câmbio e preços administrados influenciam o resultado.
  • A média esconde diferenças: alimentos e aluguel podem subir bem mais que o índice geral, e é isso que as famílias de menor renda sentem.
  • Inflação caindo não significa preços caindo — significa preços subindo mais devagar.
Fontes (1)
Fato

Juros básicos (Selic) % ao ano, meta do Copom em 31 de dezembro

A taxa que o Banco Central usa para frear ou estimular a economia. Serve de base para os juros de empréstimos, financiamentos e aplicações.Dado mais recente (decisão do Copom de 16/09/2026): 13,75%.

16,5
03
17,75
04
18,0
05
13,25
06
11,25
07
13,75
08
8,75
09
10,75
10

Lula

11,0
11
7,25
12
10,0
13
11,75
14
14,25
15

Dilma

13,75
16

Dilma/Temer

7,0
17
6,5
18

Temer

4,5
19
2,0
20
9,25
21
13,75
22

Bolsonaro

11,75
23
12,25
24
15,0
25

Lula

O que este dado não permite concluir

  • A Selic não é decidida pelo presidente, e sim pelo Copom, do Banco Central. Desde 2021 a diretoria do BC tem mandato fixo e não coincide com o do presidente da República.
  • Juros sobem para conter a inflação: um ano de Selic alta costuma vir logo depois de inflação alta (compare 2021 e 2022 com o gráfico acima).
  • As contas do governo também pesam: quando cresce a desconfiança sobre a dívida pública, os juros tendem a ficar mais altos. O gráfico sozinho não mostra quanto disso explica cada ano.
  • É a taxa básica. O que as famílias pagam no cartão, no cheque especial e no crediário é bem mais alto e não aparece aqui.
Fontes (3)
Fato

Desemprego % no trimestre encerrado em dezembro

Parcela das pessoas que procuram trabalho e não encontram. A série atual do IBGE começa em 2012.Dado mais recente (trimestre até ago/2026): 5,3%.

6,9
12
6,2
13
6,6
14
9,1
15

Dilma

12,1
16

Dilma/Temer

11,9
17
11,7
18

Temer

11,1
19
14,2
20
11,1
21
7,9
22

Bolsonaro

7,4
23
6,2
24
5,1
25

Lula

O que este dado não permite concluir

  • O pico de 2020 reflete a pandemia; a alta de 2015–2016, a recessão daqueles anos. A queda começou em 2021 e continuou depois, atravessando dois governos.
  • Desemprego baixo não diz nada sobre a qualidade do emprego: informalidade e renda precisam ser vistas junto.
  • Emprego alto com juros altos (Selic a 13,75%) pode conviver com famílias endividadas e sensação de aperto.
Fontes (2)
Fato

Renda do trabalho e salário mínimo R$ por mês, em dezembro de cada ano

Duas linhas: o salário mínimo e o rendimento médio de quem trabalha (somando todos os trabalhos). Em “valores de hoje” a inflação já foi descontada, então dá para comparar os anos direto; em “valores da época” aparece o número que valia naquele ano.Dado mais recente (hoje): salário mínimo de R$ 1.621 e rendimento médio de R$ 3.777 (trimestre até ago/2026), cerca de 2,3 salários mínimos.

R$ 0R$ 1.000R$ 2.000R$ 3.000R$ 4.0000304050607080910111213141516171819202122232425 Lula Dilma Dilma/ Temer Temer Bolsonaro Lula R$ 3.189 R$ 3.742 R$ 822 R$ 1.565
  • Rendimento médio do trabalho
  • Salário mínimo

O que este dado não permite concluir

  • Em valores da época, o salário mínimo sempre sobe (de R$ 240 em 2003 para R$ 1.518 em 2025). Descontada a inflação, ele quase dobrou até 2012 e depois cresceu bem mais devagar, com recuo em 2021.
  • A alta da renda média em 2020 é efeito da pandemia, não ganho de verdade: quem ganhava menos perdeu o emprego e saiu da conta. Em 2021 ela caiu de volta.
  • É uma média: pode subir porque os salários mais altos subiram, sem que a maioria tenha ganhado mais. Não mostra a renda de quem está desempregado nem de aposentadorias e benefícios.
  • O salário mínimo foi trazido a valores de hoje pelo IPCA; o IBGE usa um deflator próprio para a renda média. A diferença entre os dois métodos é pequena.
Fontes (3)
Cálculo do site

Média por período de governo

Média simples dos anos de cada período, a partir das mesmas séries dos gráficos acima.

PeríodoInflação (IPCA)Juros básicos (Selic)DesempregoRenda do trabalho e salário mínimo
Lula 2003–20105,8%13,8%——
Dilma 2011–20157,1%10,9%7,2%R$ 3.266
Dilma/Temer 20166,3%13,8%12,1%R$ 3.260
Temer 2017–20183,4%6,8%11,8%R$ 3.329
Bolsonaro 2019–20226,2%7,4%11,1%R$ 3.297
Lula 2023–20254,6%13,0%6,2%R$ 3.574

“—” = sem dado na série (o desemprego atual do IBGE começa em 2012). 2016 aparece à parte porque teve dois presidentes, e o período mais recente vai só até 2025. Média de um período não mede só o governo: crises externas, pandemia e decisões do Banco Central também pesam (veja “O que este dado não permite concluir” em cada gráfico).

Sobre este site Fim da comparação entre os candidatos

Como lemos os fatos

Daqui para baixo não há análise de candidato: são as regras que o site segue, o que ainda falta conferir e um guia para você avaliar o que recebe nas redes.

Regras do site

  • Nenhuma nota para candidatos. O site não declara vencedor.
  • Mesma estrutura, mesmas perguntas e mesmo tratamento visual para os dois.
  • Proposta, fato e análise aparecem com etiquetas diferentes. Proposta não é realização.
  • Toda informação tem link para a fonte e data de acesso.
  • “O que o plano não diz” aponta temas importantes que o plano registrado no TSE não trata, ou trata sem detalhes.
  • Benefícios e riscos são análises do site, não fatos. Discorde à vontade, e confira as fontes.
  • Fato dado oficial ou evento registrado
  • Proposta promessa de campanha
  • Análise interpretação do site

Limites desta versão

  • As propostas foram resumidas dos planos de governo registrados no TSE, com a página de cada item. Resumir sempre simplifica: na dúvida, leia o trecho no PDF oficial.
  • Só entra o que está no plano registrado. Promessas feitas em debates, entrevistas e redes sociais não aparecem aqui.
  • Histórico judicial e controvérsias de cada candidato ainda não entraram: exigem fontes primárias (decisões judiciais) conferidas uma a uma.
  • A trajetória dos candidatos vem de biografias públicas (Wikipédia) e ainda não foi conferida, item por item, em fonte oficial.
  • Os 27 senadores que continuam no mandato vêm de levantamentos da imprensa; os eleitos em 2026 foram conferidos no TSE.

O que pode mudar depois desta revisão

Fatos dos próximos meses que podem tornar parte deste conteúdo desatualizada. Confira a data da última revisão antes de usar os números.

  1. 25 de outubro

    Resultado do 2º turno. A partir daí só um dos cenários do Congresso continua valendo.

  2. Até dezembro

    Diplomação dos eleitos: as 8 vagas indefinidas da Câmara podem ser definidas, e a Justiça Eleitoral pode mudar algum resultado.

  3. 1º de janeiro de 2027

    Posse. Partidos podem trocar de lado no Congresso, e a base do governo deixa de ser só a do papel.

  4. A cada divulgação

    IBGE e Banco Central publicam novos dados de inflação, juros, desemprego e renda.

Última revisão do conteúdo: 14/10/2026.

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  2. Qual conclusão o vídeo quer que você tire? Ela é dita ou só sugerida pela música e pela edição?
  3. Existe evidência ligando uma coisa à outra? Colocar duas imagens lado a lado não prova relação entre elas.
  4. Vale para os dois lados? Se o mesmo recurso fosse usado contra o seu candidato, você aceitaria?

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Antes de confiar na resposta
  • IAs erram, inventam dados e podem ter viés. Peça as fontes e confira.
  • Algumas IAs evitam responder sobre eleições ou não conhecem fatos recentes.
  • As propostas originais estão nos planos do TSE, nos links “Fontes” de cada item deste site.